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O início de mais um ano, coincidindo com um novo mandato de Corpos Sociais renovados, marca também o começo de um novo período no projecto de desenvolvimento da CPATreinadores.
Acabou o tempo das decisões e tarefas de curto prazo – a realização do 1º Congresso, a alteração dos Estatutos, o pedido do Estatuto de Utilidade Pública (processo a iniciar agora). Infelizmente, temos de continuar a luta pela regulamentação da legislação sobre formação de treinadores, uma vez que esta ainda não está concluida.
Para iniciar este período, é com extrema satisfação que podemos anunciar a reunião de todas as Associações na Confederação. Naturalmente que, como sempre foi, continuam a existir algumas com muitas dificuldades. Não é fácil o associativismo, mas ele é indispensável para um futuro melhor. A ilustrar isto – as dificuldades e a necessidade, estão já em projecto duas novas associações, o que só reforça o nosso optimismo.
Assim, com as “tropas reunidas”, temos de ser um pouco mais ambiciosos e a uma maior distância – para já, a quatro anos, até 2010.
Neste intervalo teremos dois Congressos, sendo que o de 2009 coincidirá com a realização em Portugal dos Jogos da Lusofonia. Estamos firmemente convencidos que este será também um marco muito importante na consolidação do projecto de afirmação do movimento associativo dos treinadores.
Para tal, iremos também estabelecer um Protocolo de Cooperação com o Comité Olímpico de Portugal, nosso interlocutor privilegiado desde sempre e alavanca indispensável para uma melhor ligação à ACOLOP – Associação dos Comités Olímpicos dos Países de Língua Portugursa -, procuraremos aprofundar a comunicação com as comunidades de emigrantes espalhadas pelo Mundo, estabeleceremos várias parcerias e daremos o nosso melhor para reduzir a subsídiodependência.
Naturalmente que teremos já neste ano de 2007 o 2º Congresso, também ele a marcar um ponto de viragem, pois vamos já dar-lhe um carácter multidisciplinar, uma vez que estará aberto à realização de workshops sobre matérias específicas que as Associações de Treinadores interessadas e disponíveis entendam promover.
Para finalizar, passamos a dispor de um novo órgão, criado na sequência das alterações aos estatutos – o Conselho Consultivo. A qualidade profissional e humana daqueles que o virão a integrar – a propor pela Direcção da CPAT e por cada uma das Associações de Treinadores -, dá consistência às nossas expectativas sobre os muitos contributos que irão dar para o estudo dos problemas que nos afectam e as formas de os enfrentar.
Ao trabalho, portanto.
Muito obrigado
O Presidente da Direcção
(José Curado)